quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

7

Lírio Partido (Broken Blossoms ou  The Yellow Man and the Girl) – 1919

É incrível como um diretor pode ir de extremo a extremo sem perder a beleza e a elegância em suas habilidades para tal feito (mesmo com um baixo orçamento e com um resquício de fama racista). Baseado no livro Limehouse Nights, de Thomas Burke, Lírio Partido me surpreendeu por ser um dos primeiros filmes mudos que vi até agora que não precisou da fala, de fato. Tudo acontece em um lirismo tão exuberante que a imagem se torna a única coisa que importa no filme, e as expressões dos personagens prendem o espectador até o fim. Lillian Gish, que disparada, é o grande destaque desse filme, mostra que não é à toa que tem uma parceria tão frutífera com D.W Griffith. Achava que a parceria mais harmoniosa que já existiu no cinema era a de Tim Burton e Johnny Depp, mas agora tenho minhas dúvidas quanto a isso (e sou suspeita pra falar, pois Scorcese e De Niro também fazem uma grande parceria).
Seja em Nascimento de uma nação, seja em Lírio Partido, Griffith e Lillian completam seus filmes me modo singular. Mas não é só ela que merece todos os créditos. Donald Crisp como o pai violento e alcoólatra, fez um excelente papel, além de, claro, Richard Barthelmess, como o Chinês viciado em ópio, que conserva um amor puro e sagrado pela protagonista. Os únicos contras são que Richard não era de fato chinês, então algumas partes ficaram um pouco falsas (ele parecia sempre mais com sono do que chapado), e sobre uma pitada de racismo, muito sutil.
Filmes como esse devem ser apreciados como poesia pura, e como uma verdadeira obra de arte. O cenário, lúgubre e com um glamour estonteante, juntamente com a música e todos os elementos que compuseram o filme, fez com que uma história simples se tornasse absurdamente fantástica. Mais um filme de Griffith, que, para mim, é a obra mais bela de sua carreira. Estou me surpreendendo positivamente com esse livro, por achar grandes preciosidades como essa.

Apesar dos contras, 5 estrelas, sem dúvida!

EUA / Mudo P&B (colorizado)/ 90 min
Direção: D.W. Griffith
Produção: D.W. Griffith
Roteiro: Thomas Burke, D.W. Griffith
Fotografia: G.W. Bitzer
Música: D.W Griffith

Elenco

Lillian Gish - Lucy Burrows 
Richard Barthelmess - Cheng Huan 
Donald Crisp - Battling Burrows
Arthur Howard
Edward Peil Sr. 
George Beranger
Norman Selby

terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

6

O gabinete do Dr. Caligari (Das Cabinet Des Dr. Caligari) - 1919

Final da década de 1910, Robert Weine retoma métodos de Méliès com um cenário totalmente inovador e maluco, e bem moderno para a época. Esse filme é um importante precursor do terror, pois serviu de inspiração em muitos detalhes para filmes consagrados, como Drácula. É também um dos primeiros filmes Impressionistas Alemães, e um dos melhores, por isso o seu espaço de duas páginas no livro. Aplaudo de pé a atuação do Werner Krauss (Dr. Caligari), e, claro, a do primeiro emocore/gótico do cinema hahaha! Brincadeiras à parte, Cesare (Conrad Veidt) é um sonâmbulo que é induzido a cometer assassinatos pelo Dr. Caligari. Ele é como um cadáver, ou um vampiro (novamente citando Drácula), que dorme dentro de um caixão, e são esses dois os que mais me mantiveram vendo o filme. Apesar de o personagem principal, Francis (Friedich Feher), ter feito um bom trabalho, os que roubaram a cena de verdade foram a dupla já citada.
O que eu achei fantástico foi o brilhantismo do cenário feito por Hermann Warm, que se encontra hoje no museu de cinema Henri Langlois, em Paris. A perspectiva e a distribuição dos personagens deram ao filme algo novo para o cinema da época. O trabalho da câmera também é bem interessante, muitas vezes com closes nos personagens, mas basicamente sempre voltada para o centro do cenário, onde o ator pode interagir e locomover-se como quiser, remetendo ao teatro. Também vale a pena a trilha sonora, que mantém o clima de terror. Destaque para o final, que é bem inesperado. Confesso que queria vê-lo de novo para compreender melhor essa obra, mas como não tenho tempo, vamos adiante!
 Ele é um pouco parado, pelo fato de ser mudo, porém vale a pena ser visto antes de morrer.
4 estrelas! 

Alemanha/ Mudo P&B (colorizado)/ 71min
Direção: Robert Weine
Produção:  Rudolf Meinert e Erich Pommer
Roteiro:  Hans Janowitz e Carl Mayer
Fotografia: Willy Hameister
Música: Alfredo Antonini, Giuseppe Becce, Timothy Brock,
Richard Marriott, Peter Schirmann, Rainer Viertlböck
         
Elenco:

Werner Krauss - Dr. Caligari
Conrad Veidt - Cesare
Friedrich Feher - Francis 
Lil Dagover - Jane Olsen
Hans Heinrich von Twardowski
Rudolf Lettinger 
Rudolf Klein-Rogge


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5

Intolerância (Intolerance: Love’s Struggle Throughout the Ages) -  1916

Esqueça tudo o que você já ouviu falar sobre D.W Griffith. Esse filme vai além, transportando tantas emoções para o espectador que dificilmente se torna cansativo. Não tiraria nem um minuto dele, e arrisco dizer que é um dos seus melhores filmes longos, além de ser um soco no estômago e uma resposta à altura, de quem o chamava de racista. Intolerância chega a ser sublime, nos seus mais variados tons e histórias.
Essa película espetacular conta 4 histórias paralelas contadas não em série, mas que vai de uma para outra, dando ao filme um movimento rápido e contínuo, e ao mesmo tempo com um bom ritmo para acompanhá-lo. Elas são intercaladas tão magistralmente que, para a época, foi um susto, e claro, um fracasso de bilheteria. O público não poderia esperar por tamanha obra-prima, com uma duração tão longa. Griffith foi um visionário, e como todo gênio, incompreendido. Fico me perguntando o que ele faria hoje como diretor, com todos os recursos disponíveis, inclusive o da fala.
Para quem gosta de história é um prato cheio, mas para quem não gosta, devo dizer que achei necessário o conhecimento para melhor digerir a obra, pois há três histórias que contam sobre episódios passados, e uma nos tempos em que o filme foi filmado, baseado em um conto de Walt Whitman.  Na da queda da Babilônia, temos a atuação maravilhosa de Constance Talmadged, que com trejeitos e ar de menina mais masculinizada, consegue deixar o espectador atônito (a melhor e mais grandiosa das histórias);  na Judéia, temos uma história bem conhecida por todos: a de Jesus Cristo, em eventos selecionados (a mais curta, creio eu, e a menos necessária); na frança, há o Massacre de São Bartolomeu, onde milhares de protestantes franceses são mortos a mando de Carlos IX, influenciado por sua própria mãe (também pouco explorada); e, claro, a última história, de uma garota que, depois de sofrer com a morte do pai, luta para que seu amado não vá para a forca, por conta de um assassinato. Nesta história, temos a atuação impecável de Mae Marsh, que também esteve em “O Nascimento de uma Nação”, como a irmã que é perseguida por Gus.
 O cenário de Intolerância é estonteante, com cenas de dança, batalhas talvez mais incríveis do que “O Nascimento de uma Nação” e cenas incrivelmente ousadas, como mulheres com roupas transparentes em representações de bacanais. Sinto também que Griffith tinha adoração por animais, e nessa película isso fica evidenciado pela diversidade deles (pombas, um urso, cabras, cachorros e cavalos, obviamente), e sempre vemos, nem que seja em apenas uma cena de seus filmes, que em algum momento eles aparecem.


Griffith em números:
- Nesse filme, houve um gasto em torno dos 2 milhões de dólares, e Griffith não chegou a ver o retorno desse dinheiro, porque seu público não estava à altura de suas obras-primas.
- A cena das batalhas e as mais amplas proporcionaram a marca incrível de 3.000 figurantes.

Se eu pudesse dar mais que 5 estrelas, daria.

EUA/ Mudo P&B/ 163min
Direção: D.W. Griffith
Produção: D.W. Griffith
Roteiro:  D.W. Griffith, Walt Whitman, Tod Browning
Fotografia: G.W. Bitzer, Karl Brown

Música:Joseph Carl Breil, Carl Devis, D.W Griffith


Elenco: 

Spottiswoode Aitken
Monte Blue
Frank Borzage
Tod Browning
Frank Brownlee
Kate Bruce
Frank Campeau
Jewel Carmen
Elmer Clifton
Dark Cloud
Gino Corrado
Constance Collier
Miriam Cooper
William Courtright
Max Davidson
Nigel De Brulier
Carol Dempster
Edward Dillon
Douglas Fairbanks
George Fawcett
Lillian Gish
Sam De Grasse
Olga Grey
Mildred Harris
Robert Harron
Joseph Henabery
DeWolf Hopper Sr.
Lloyd Ingraham
W.E. Lawrence
Jennie Lee
Virginia Lee Corbin
Vera Lewis
Walter Long
Harold Lockwood
Bessie Love
Wilfred Lucas
Mae Marsh
Tully Marshall
Francis McDonald
Owen Moore
Carmel Myers
Loyola O'Connor
Seena Owen
E outros vai, vou ficar até amanhã listando ! HAHA


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terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

Oscar 2011


Muito tem se comentado sobre o prêmio da Academia em redes sociais e sites especializados sobre o assunto. O que tudo indica é que, possivelmente, "A rede Social" vença o de melhor filme, por ser o favorito. De fato, ainda não vi nenhum dos filmes que estão concorrendo, a não ser "A Origem". Verei "Cisne Negro" na estréia, do qual ouvi comentários muito bons; devo ressaltar, entretanto, que já farei minhas apostas pra deixar registrado aqui, e conforme for vendo, atualizarei esse post até dia 27, em que postarei meus comentários sobre o Oscar e sobre os vencedores, em uma nova postagem no blog.

Segue a lista de todas as premiações e as minhas apostas! Façam as suas!
Legenda:
Primeiro palpite
Segundo palpite

Melhor filme
Cisne Negro
O Vencedor
A Origem
O Discurso do Rei
A Rede Social
Minhas Mães e meu Pai
Toy Story 3
127 Horas
Bravura Indômita
Inverno da Alma

Meu coração de cinéfila clama por A Origem ser a vencedora, mas tudo indica que o páreo está entre a rede social e cisne negro. Veremos! Destaque para a primeira animação concorrendo junto aos longas: Toy Story 3 (Achei ele um tanto fraco comparado às edições passadas, por isso não aposto nele como vencedor aqui).

Melhor Diretor
Darren Aronofsky – Cisne Negro
David Fincher – A Rede Social
Tom Hooper – O Discurso do Rei
David O. Russell – O Vencedor
Joel e Ethan Coen – Bravura Indômita

A fama dos Irmãos Cohen anda bem em alta, e apostaria neles para vencedores, não fosse os comentários negativos da crítica. Senti falta da indicação do Christopher Nolan, por "A Origem". O cara fez um grande trabalho. Mas, meu voto final vai para David Fincher, que talvez pela direção tenha dado mais vida a este tão falado filme, o qual eu não vi. Darren Aronofsky não merece nem indicação. David O. Russel fez um trabalho escelente, então ficará como segunda opção!

Melhor ator

Jesse Eisenberg – A Rede Social
Colin Firth – O Discurso do Rei
James Franco – 127 Horas
Jeff Bridges – Bravura Indômita
Javier Bardem – Biutiful

Que dúvida aqui. Colin Firth fez uma atuação digna de Oscar, e acho que ele merece. James Franco é novo para a academia ainda, então minha primeira aposta muda de James Franco para Colin Firth.

Melhor atriz
Nicole Kidman – Reencontrando a Felicidade
Jennifer Lawrence – Inverno da Alma
Natalie Portman – Cisne Negro
Michelle Williams – Blue Valentine
Annette Bening – Minhas Mães e meu Pai

Não resta a menor dúvida quanto a vencedora dessa categoria, visto que Natalie Portman nunca ganhou uma estatueta, e sempre faz papéis impecáveis. Meu tiro certeiro vai pra ela. Acho que foi o melhor filme que ela já fez até agora, está perfeita no papel.

Melhor ator coadjuvante
Christian Bale – O Vencedor
Jeremy Renner – Atração Perigosa
Geoffrey Rush – O Discurso do Rei
John Hawkes – Inverno da Alma
Mark Ruffalo – Minhas Mães e meu Pai

As únicas vezes que acertei um ator coadjuvante foi em Bastardos Inglórios, com Christoph Waltz, e o póstumo Oscar de Batman, para Heath Ledger. Mas Geoffrey Rush fez um excelente trabalho, e talvez pela idade, ele seja premiado. Então irei mudar minha aposta aqui, também. Mas Vai dar uma ótima briga, visto que Christian Bale está sensacional em "O vencedor", e minha aposta está nele, apesar da idade de Rush.

Melhor atriz coadjuvante
Amy Adams – O Vencedor
Helena Bonham Carter – O Discurso do Rei
Jacki Weaver – Animal Kingdom
Melissa Leo – O Vencedor
Hailee Steinfeld – Bravura Indômita

Gostei bastante da atuação da Helena, apesar de ter sido inferior a de Melissa Leo, manterei minha aposta! Senti falta da Julianne Moore nessa categoria!

Melhor longa animado
Como Treinar o Seu Dragão
O Mágico
Toy Story 3

A não ser que haja um complô miserável na academia, e eu acredito que tenha, ficaria entre "O Mágico" e "Como Treinar o seu Dragão", mas minha aposta é no último citado (provavelmente quebrarei a cara e quem acabará ganhando é Toy Story 3, mas continuemos).

Melhor filme em lingua estrangeira
Biutiful
Fora-da-Lei
Dente Canino

Incendies
Em um Mundo Melhor

Votarei no instinto nesse também, e minha aposta está em Biutiful.

Melhor direção de arte
Alice no País das Maravilhas
Harry Potter e as Relíquias da Morte – Parte I
A Origem
O Discurso do Rei
Bravura Indômita

Aqui o páreo é forte! Harry Potter nunca peca na direção de arte, e nesse último filme foi incrível. Mas eu acho que quem leva essa é "A Origem" (sim, eu sei, sou suspeitíssima para falar haha!)

Melhor fotografia
Cisne Negro
A Origem
O Discurso do Rei
A Rede Social
Bravura Indômita

Cisne Negro, com as atuações, fotografia e música, fizeram a direção de Darren ficarem em segundo plano, e de certa forma salvaram o filme. Mas a fotografia do Discurso do Rei é linda demais, por isso, meu voto principal é dele.

Melhor figurino
Alice no País das Maravilhas
I am Love
O Discurso do Rei
The Tempest
Bravura Indômita

O figurino de Alice no País das Maravilhas é maravilhoso! Discurso do Rei também tem um figurino ótimo. Mudarei meu voto aqui.

Melhor montagem
Cisne Negro
O Vencedor
O Discurso do Rei
A Rede Social
127 Horas

Fortes concorrentes! Sinto que possivelmente eu errarei aqui haha!

Melhor documentário
Lixo Extraordinário
Exit Through the Gift Shop
Trabalho Interno
Gasland
Restrepo

Qualquer brasileiro que se preze votaria em seu único representante para levar uma estatueta, e digo que não sou diferente. O documentário está sendo bem discutido e muito bem falado, e me despertou a curiosidade para assistir.

Melhor documentário em curta-metragem
Killing in the Name
Poster Girl
Strangers no More
Sun Come Up
The Warriors of Qiugang

Essas premiações normalmente eu olho bem distraída, porque nunca ouvi falar de nenhuma, desde que assisto o Oscar, acho. Então vou votar na sorte, e aposto em Killing in The Name.

Melhor trilha sonora
Alexandre Desplat – O Discurso do Rei
John Powell – Como Treinar o seu Dragão
A.R. Rahman – 127 Horas
Trent Reznor e Atticus Ross – A Rede Social
Hans Zimmer – A Origem

A não ser que eu esteja muito errada, Discurso do rei leva essa categoria COM CERTEZA. Senti falta da indicação de Cisne Negro aqui.

Melhor canção original
“Coming Home” – Country Strong
“I See the Light” – Enrolados
“If I Rise” – 127 Horas
We Belong Together – Toy Story 3

I See the Light com certeza! Se eu errar, vejo um filme ruim como castigo (podem me cobrar!)

Melhor Maquiagem
O Lobisomem
Caminho da Liberdade
Minha Versão para o Amor

Não achei a maquiagem de Lobisomem digna de Oscar, mas não faço a mínima idéia dos outros dois, então minha aposta é para ele.

Melhor Curta-metragem de animação
Day & Night
The Gruffalo
Let’s Pollute
The Lost Thing
Madagascar, Carnet de Voyage

Outra categoria que não presto muita atenção, mas vi um deles no cinema. Day & Night merece o Oscar, com certeza. A história é muito bonita, e é muito simples e bem feito. Claro que os outros também devem ser, mas aposto nele como vencedor.

Melhor Curta-metragem
The Confession
The Crush
God of Love
Na Wewe
Wish 143

Vejamos... The Crush!

Melhor Edição de som
A Origem
Toy Story 3
Tron – O Legado
Bravura Indômita
Incontrolável

Finalmente Tron aparece nos indicados! Mas dessa vez apostarei em "A Origem", porque uma das coisas que me chamou a atenção no filme foi como o som misturado com a imagem fez-lo ficar ainda mais inacreditável. Não é à toa, também, que foi indicado a 8 estatuetas.

Melhor Mixagem de som
A Origem
Bravura Indômita
O Discurso do Rei
A Rede Social
Salt

Se eu voto em melhor edição, votarei também em melhor mixagem! "A Origem"

Melhor Efeitos especiais
Alice no País das Maravilhas
Harry Potter e as Relíquias da Morte – Parte I
Além da Vida
A Origem
Homem de Ferro 2

Aqui eu fico com Homem de Ferro 2, mesmo que Alice e Harry Potter sejam os favoritos. Até acho que deveriam ter dado mais espaço para ele no Oscar, porque o filme é muito bom, realmente (E faltou o Tron nessa categoria, também).

Melhor Roteiro adaptado
A Rede Social
127 Horas
Toy Story 3
Bravura Indômita
Inverno da Alma

Favoritismo manda nessa categoria, e é quase óbvio que a Rede Social será a vencedora.

Melhor Roteiro original
Minhas Mães e meu Pai
A Origem
O Discurso do Rei
O Vencedor
Another Year

haha, A Origem, certamente! Aquele roteiro maluco e brilhante merece ser eternizado nessa premiação!

E aqui eu encerro as minhas apostas, por ora. Façam as suas, comentem, concordem ou me xinguem haha! Agora é esperar para ver,

Lembrando que a premiação acontece dia 27 de fevereiro.